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As 10 tendências da formação para 2017

Learning Tribes revela a 4a. edição das 10 grandes tendências a serem seguidas no mundo da formação profissional. Em 2017, a formação deverá ter mais mobilidade, ser mais eficaz, interconectada, inteligente, variada, operacional, pessoal, independente, “mentoring” e mais colaborativa

Dadas essas dez tendências, dois grandes movimentos se destacam:

A mobilidade e a tecnologia a serviço da formação

Em 2017 a formação será globalmente mais digital e interconectada, especialmente através da disponibilização de tablets no meio profissional ou da utilização dos smartphones e das redes sociais para acompanhar um percurso de formação digital.

O « mobile learning » é na verdade uma tendência que continua crescendo. Na era da digitalização e da hiper-conectividade, o novo aluno está cada vez mais inclinado a utilizar seu celular (dispositivo pessoal) como uma perfeita ferramenta de interação, seja durante um treinamento presencial ou não. As trilhas pedagógicas devem então se adaptar: mais curtas, mais ricas em vídeos, mais gamificadas e também mais coerentes. Como exemplo podemos citar um vendedor de loja da Cofidis (especialista em venda de produtos e serviços financeiros de 4.600 colaboradores) que não tem à sua disposição um computador para se conectar à plataforma de formação digital, de agora em diante ele poderá acessar sua trilha através do tablet ou celular. “E isso muda tudo!”, vibra Nadine Vannarien, Responsável da Formação.

No mundo corporativo, nós nos dirigimos pouco a pouco a uma formação “ampliada” graças as redes sociais e grandes players da web. Os anúncios recentes do Linkedin para integrar um catálogo de formação, do Google a respeito dos MOOC, além de grandes players da web na China, que investem somas colossais em ferramentas de aprendizado, provam que a formação estará cada vez mais conectada ao nosso dia-a-dia digital. A porta de entrada tradicional para os serviços de formação nas empresas vai evoluir mais e mais para formatos cada vez mais digitais. O sucesso do WeChat na China e do Workplace, rede social corporativa criada pelo Facebook, comprovam essa tendência.

A formação também vê surgir ou se desenvolver a “Data Science”, os bots, a inteligência artificial e a realidade virtual.. Coletar os dados provenientes da formação – presencial ou digital – permite personalizar as trilhas de acordo com o perfil e a as necessidades do aluno. O Big Data e o “adaptive learning” ainda vão dar muito o que falar.

Falando em  inteligência artificial  « learning bots », o pólo de P&D da Learning Tribes situado em Shangai trabalha atualmente na concepção de um sistema de chatbot para um de nossos clientes.

Esse sistema será capaz de interagir com nossa plataforma de duas maneiras: reativa, via links ou respostas às perguntas feitas pelo aluno, e proativa, notificando o aluno caso ele não esteja conectado ou se ele não tiver obtido todos os resultados. – Camille Fauveau, Chefe de projeto digital learning da Learning Tribes.

Ao tornar o aluno mais ativo no seu aprendizado e no desenvolvimento das suas competências, a realidade virtual, permite integrar uma dimensão lúdica à formação, além de acrescentar um enorme interesse pedagógico, como poder manipular objetos, se representar no espaço, simular interações e reações com diversos interlocutores, trabalhar a memória visual e gestual… Imaginemos o caso de um agente de loja que precisa melhorar suas competências em excelência relacional: ele se encontraria, graças aos seus óculos de realidade virtual, em uma situação próxima da realidade, na qual ele poderia abordar o caso ideal

A formação mais aberta, social e colaborativa

digital learning nas empresas, como vimos, é fácil, com acesso rápido, compatível com um ritmo de trabalho intenso e ele faz parte da transformação digital da empresa. Cada vez mais, dentro de grandes empresas, nós vemos surgir novas funções relacionadas ao mundo digital. Assim, o papel de um n CDO (Chief Digital Officer) será elaborar e implementar toda a estratégia digital, e o treinamento faz parte dessa estratégia, por ser uma função que digitaliza e converte os colaboradores às novas práticas da empresa.

Hoje, o interesse pelo MOOC (Massive Open Online Courses) em particular – 2,4 milhões de franceses inscritos em MOOC no ano de 2016 – mostra a vontade de assumir o controle de seu desenvolvimento, através de treinamentos cada vez mais abertos e colaborativos.. Se olharmos mais em detalhes, o MOOC conseguiu tornar a formação mais fácil, de rápido acesso e elaborada para todos. A título profissional ou pessoal, todos estão prontos a se formar sempre que os temas se mostram úteis, os conteúdos atrativos e colaborativos e que o treinamento satisfaça o interesse pessoal.

Muitos conteúdos estão disponíveis online e complementam os MOOC e as formações oferecidas pelas empresas aos seus colaboradores: conferências TED  (Technology, Entertainment and Design) os « TED talks », blogs… uma oferta pedagógica infinita em mãos! Assim, surge uma nova tarefa nos serviços de treinamento coorporativo: fazer um inventário do que existe, em termos de ferramentas de formação digital e conteúdo de formação, selecionar entre o que é bom e o que não é na internet e assim propor uma formação cada vez mais qualitativa. O treinador se torna cada vez mais um “arquiteto do conhecimento”, que transmite ao aluno toda ou uma parte de suas pesquisas, e articula o todo de forma coerente e ergonômica com o objetivo de favorecer o aprendizado.

” O aprendizado é antes de tudo um ato social e humano, não podemos esquecer. “ Destaca Philippe Riveron, CEO da Learning Tribes. Pensava-se que consumir conteúdos e responder a questionários seria suficiente para um desenvolvimento sustentável das competências, mas esqueceu-se que o treinamento presencial é feito de trocas e interações, formais e informais. A nova geração de digital learning destaca atividades mais colaborativas,colocando os alunos em cooperação e às vezes até mesmo em competição entre si. Um princípio fundamental: o treinador nem sempre tem a melhor solução para o aluno. Ao relacionar os colaboradores, favorizamos a aprendizagem por pares, que acontece graças aos fóruns de discussão presentes nas plataformas de formação digital e também ao coaching de especialistas, com os quais contamos cada vez mais.

Hoje em dia não existe somente um meio de se formar, mas toda uma galáxia de suportes, formatos, modalidades que vêm servir a “learning experience”. É tempo de ascensão do ensino digital, mobile, social e colaborativo e a chegada progressiva de novas tecnologias inteligentes vem complementar de forma brilhante os métodos mais tradicionais de aprendizagem.

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