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67 5 Fatos Importantes Que Todo–gestor Deveria Saber Sobre Gestão De Equipes Banner

5 fatos importantes que todo gestor deveria saber sobre gestão de equipes

Para o bom andamento da empresa, é necessário a perfeita combinação entre colaboradores, RH e gestores. Neste artigo, indicaremos os principais fatos para ser um excelente gestor.

A distinção entre chefe e líder sempre existiu, entretanto somente de uns tempos para cá essa diferença vem sendo respeitada e, principalmente, seguida. Embora sinônimos no dicionário, um chefe ordena e espera o resultado, enquanto o líder ensina e explica qual deve ser o efeito atingido, trabalhando em conjunto com o colaborador para que o resultado seja satisfatório. É nesse ponto que se encaixa o gestor. Sempre visando  a melhor gestão de equipes possível, o gestor se preocupa com o bem-estar de seus colaboradores, motivando-os a alcançar seus objetivos, tanto profissionais como pessoais, e criando um ambiente de harmonia, conseguindo assim um andamento melhor para a empresa.

Mas como ser um gestor, no mínimo, bom? Aqui, listamos os 5 fatos mais importantes que todo gestor de equipes deveria saber sobre gestão de equipes para garantir o melhor desenvolvimento de seu pessoal.

 

 

1. Participação nas atividades

Para evitar cair no velho e indesejável conceito de “Manda quem pode, obedece quem tem juízo”, de chefe que apenas despacha ordens aos seus delegados, o bom gestor lembra todos os dias de ser participativo nas atividades de seus colaboradores. Durante o processo de treinamento, por exemplo, é extremamente importante que o gestor esteja presente, orientando e se mostrando interessado no projeto, criando, assim, um clima de motivação e liderança favorável e, até inspirador no ambiente. Métodos como o spaced learning, por exemplo, contribuem para uma relação de maior confiança entre gestor e colaborador, uma vez que o segundo se sente confortável no ato simples de um descanso.

A importância do treinamento e desenvolvimento dos profissionais deve ser reconhecida pelo gestor, que, por sua vez, tratará esse método como um investimento, sempre no caminho do progresso. O colaborador é um fator importante e, para que ele não se sinta uma mera peça de xadrez na empresa, a participação do gestor em todo o processo de capacitação é um xeque-mate nos concorrentes.

 

 

2. Receptividade

A melhor maneira de trabalhar bem é admitir a si mesmo que, nem mesmo o homem mais sábio do mundo sabe de tudo. Com o gestor não é diferente, e para isso, ser receptivo nunca é um mau sinal. Aceitar opiniões mostra o desejo de estar em constante mudança, sempre para melhor. Sendo assim, os colaboradores começam a ter uma visão de seu gestor semelhante à humildade – afinal, desse modo, o gestor valoriza a opinião de seus liderados e demonstra que eles são importantes nas decisões da empresa.

Arrogância é algo que deve passar longe do ambiente de trabalho. O bom gestor sempre está disposto a ouvir, pois a gestão de equipes nunca é feita somente por uma. Trata-se de um conjunto, envolvendo as matrizes e todas as vertentes de uma empresa.

 

 

3. Recompensas nos avanços da gestão de equipes

Nenhum avanço é válido ou satisfatório se não devidamente recompensado e reconhecido. Motivação e liderança são pontos extremamente necessários, e, nesse caso, o gestor, mais uma vez, tem um papel importante. Como tratado no primeiro tópico, ao ser participativo, ele pode acompanhar de perto todos os avanços de seu pessoal, e assim, recompensar cada vez que houver uma melhora. Nesse ciclo, o colaborador se incentiva a bater recordes e quebrar barreiras, acelerando o crescimento da empresa.

Conhecer bem o colaborador é o fator primordial na agenda de um gestor. Quando isso acontece, verificar com exatidão quais são os pontos fracos e fortes de cada um torna-se tarefa fácil, proporcionando assim melhor motivação para sua equipe, porque o gestor identifica os gatilhos de engajamento de cada um. Lembre-se, uma equipe motivada sempre gera melhores resultados mas, é importante ser realistas nos planos e promessas feitas.

 

 

4. Correções moderadas e orientadas

Saber dosar as repreensões é uma das tarefas mais difíceis durante a gestão de equipes, uma vez que, se for numa intensidade baixa, não surtirá efeito; se for alta, desencadeará medo e até raiva. E esses são dois sentimentos que geram reflexos completamente negativos no trabalho do colaborador e atrapalham o desenvolvimento de pessoas. A raiva o fará trabalhar mal, e o medo o tornará  reprimido, então é necessário buscar um meio termo.

Críticas construtivas, se bem arquitetadas, são aceitas e, quase sempre, resultam em melhoras consideráveis.

Elogie em público e corrija em particular.

 

 

5. A importância do treinamento e desenvolvimento na gestão de equipes

Considerando que uma equipe destreinada gera muito menos conteúdo, partimos do ponto de que treinamento nunca é demais. O gestor sabe muito bem disso, e domina a área quando o assunto é proporcionar mais conhecimento aos seus colaboradores. Por meio de técnicas como o social learning, ele não só demonstra ambição em ver resultados bons, como também preocupação com a formação dos funcionários.

A empresa é como uma grande teia de aranha, interligada e interdependente. É preciso que todas suas áreas entrem em sintonia, trabalhem juntas, pois se um pedaço da teia se rompe, toda a teia desmorona.

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