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Gestão de talentos: seu time quer se sentir parte da empresa

A gestão de talentos é um dos passos mais importantes para ter pessoas engajadas e comprometidas com a busca por resultados cada vez melhores!

É fato: uma equipe motivada é capaz de alcançar resultados fantásticos. Quando existe amor e brilho nos olhos pelo que se faz, percebemos que os colaboradores surpreendem a todos de maneira muito positiva. A gestão de talentos é uma das principais ferramentas na conquista desse comprometimento!

Nós defendemos e reforçamos que, nas práticas de T&D, é necessário proporcionar aos participantes o protagonismo na educação corporativa, a autonomia e um espaço de evolução constante. Uma gestão de talentos eficiente, voltada ao desenvolvimento de competências de maneira multidirecional, é parte fundamental dessa convicção.

Consideramos isso tão significativo para uma empresa que preparamos várias dicas sobre gestão de talentos. Continue lendo este artigo para entender do que falamos, pois ele será de grande ajuda para você e para a sua equipe.

Compartilhar o propósito da empresa tem tudo a ver com gestão de talentos!

A gestão de talentos se forma quando a empresa alinha o desenvolvimento de competências à cultura organizacional. Sabe aquele ânimo que o colaborador sente quando percebe que o trabalho dele foi reconhecido? É exatamente isso que deve persistir, no treinamento e no dia a dia do trabalho.

O reconhecimento das qualidades dos participantes e a oferta de alternativas para o desenvolvimento de competências só trazem consequências positivas. Os colaboradores ficam mais engajados e motivados, pois o ambiente de gestão de talentos é favorável a isso.

Consequentemente, o rendimento é mais proveitoso com a permanência da gestão de talentos. Isso influencia na elevação da qualidade dos procedimentos e no ROI da empresa, onde os resultados mais que compensam os investimentos em T&D.

Horizontalidade na gestão de talentos (ou “olha o protagonismo aí de novo…”)

O que é mais fácil para motivar colaboradores: manter a estrutura mais antiquada e padronizada de hierarquia ou incentivar a autonomia deles? Todos nós sabemos, é claro, que a segunda opção é a correta, mas precisávamos enfatizar esse ponto. Ele será importante em nossa explicação sobre a horizontalidade na gestão de talentos.

Em uma estrutura horizontal, os colaboradores têm autonomia para tomar decisões. A hierarquia ainda permanece, mas os participantes deixam de ser simples receptores de instruções no treinamento. Eles protagonizam o desenvolvimento das próprias trilhas de aprendizagem, não há um direcionamento imutável, o que permite o desenvolvimento de competências de acordo com o que eles e a empresa precisam no momento.

É importante ressaltar que a gestão de talentos tem tudo a ver com o novo modelo de liderança! No entanto, isso é assunto para um futuro texto, que já está no forno… e quase pronto para sair!

A gestão de talentos é coletiva e colaborativa

A liberdade proporcionada por esse método faz com que parte da gestão de talentos aconteça entre a própria equipe. Interações de social learning e tomadas de iniciativa onde um pode ensinar e aprender com o outro simultaneamente, em um sistema many-to-many colaborativo e multidirecional, são comuns no desenvolvimento de competências.

Quando há várias equipes envolvidas, elas ficam interconectadas, em um ambiente de aprendizado ágil e dinâmico. Todo mundo tendo muito o que ensinar e o que aprender ao mesmo tempo. Os colaboradores são os grandes astros da gestão de talentos da empresa! Entender o quanto isso muda tudo para melhor é essencial (pode confiar, a gente sabe o que diz).

Viu só como vale a pena tornar a gestão de talentos uma prática frequente?

Uma gestão de talentos é inclusiva, bastante engajadora e capaz de tornar os colaboradores envolvidos com a cultura da empresa. Fornece oportunidades de desenvolvimento de competências em todos os níveis, de maneira confiável e relevante para todas as partes, em um processo de aprendizagem contínua.

Fica aqui a nossa sugestão para você: a construção de um ecossistema de aprendizagem múltiplo, que integra métodos e tecnologias (alguém falou em novo blended learning?), colabora para uma gestão de talentos e um aprendizado com mais profundidade e de maneira contínua. É mais fácil para os participantes otimizar as experiências de aprendizagem por si de maneira progressiva e estável.

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