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Inteligência Artificial Para Conversar3

Inteligência artificial: a experiência do chatbot para treinamentos

A evolução da inteligência artificial para conversar, como isso influencia no atendimento ao cliente e o desenvolvimento disso tudo na educação corporativa.

As novas tecnologias ganham cada vez mais autonomia e isso não é diferente na inteligência artificial. Você já deve ter se deparado com os chatbots, sistemas de inteligência artificial usados com mais frequência por marcas para conversar com os clientes e responder às dúvidas deles.

Sabia que o uso da inteligência artificial para interagir pode ser desenvolvido de modo que o chatbot aprenda “sozinho”, por meio de machine learning? Você tem ideia de como isso é um grande avanço na educação corporativa e, ao mesmo tempo, no atendimento ao consumidor? É desse assunto tão importante que vamos tratar hoje. Mais sobre ele a seguir!

 

O lado do consumidor: ter uma inteligência artificial para conversar agiliza os processos

Quando o consumidor entra em contato com uma marca por meio de uma rede social, ele procura por respostas mais rápidas e diretas. Você também usa ou já usou esse recurso, esperando que alguém responda uma dúvida ou direcione à melhor maneira de resolvê-la, certo? Essa é apenas uma das diversas vantagens de usar uma inteligência artificial para conversar com as pessoas.

Pense no seguinte: o chatbot recebe determinados tipos de dúvidas com mais frequência. Com o tempo, ele aprende a formular respostas mais precisas para perguntas com certos conjuntos de palavras. É o processo de machine learning (“aprendizado de máquina”, em tradução livre), que leva a inteligência artificial feita para conversar com os consumidores a melhorar sua capacidade dia após dia. Você compreendeu? Muito bem, vamos prosseguir.

Além de responder aos tópicos mais comuns rapidamente, isso ajuda a construir estudos de caso e trilhas de aprendizagem para questões mais específicas. Esse desenvolvimento da inteligência artificial para conversas faz com que as soft skills sejam trabalhadas de forma mais rica em atualizações dos chatbots. Ah, olha que interessante: dá para aproveitar os estudos feitos! Esse procedimento contribui para a evolução e aplicação das próprias soft skills dos colaboradores em outros contextos. Uma via de mão dupla que favorece o aprendizado múltiplo!

 

O lado dos colaboradores: mais efetividade e autonomia na educação corporativa

Aqui, há alguns aspectos que contribuem positivamente, cada um em sua aplicabilidade específica, formando um grande conjunto de vantagens que convergem entre si. Vamos explicar para você sobre eles:

  • Pesquisa e alimentação do chatbot: por meio do uso das dúvidas dos clientes como insumos e também conforme as tendências do mercado. Excelente para desenvolver e personalizar as trilhas de aprendizagem com treinamentos de novidades do setor ao qual a sua empresa pertence;
  • Usar o chatbot para aprender: aqui, ele é parte do treinamento. Direciona às trilhas de aprendizagem, tira dúvidas e constrói situações-problema, sem depender de um mediador para isso – enquanto o chatbot também aprende com as suas perguntas;
  • Treinamento de interações: há momentos que são mais específicos e delicados, que dependem de uma interação humana, de fato. Que tal aprender a antecipar as situações-problema de forma imersiva, aprendendo pelo lado do consumidor?

 

O mundo ideal: a união entre bots e humanos em prol do atendimento ao cliente

Baseado em tudo o que lemos até este ponto do artigo, é aí que você consegue perceber o quanto essa evolução é favorável em todas as direções. Usar a inteligência artificial para conversar com os clientes, como enfatizamos anteriormente, agiliza o processo de resposta, além de expandir as possibilidades em treinamento e desenvolvimento.


O que isso significa para a educação corporativa? Os chatbots aprendem por meio dessas dúvidas, assim como acontece quando também tentamos compreendê-los ou aprimorá-los.

Esse conhecimento, uma vez aplicado na inteligência artificial para conversar e solucionar questões, é especialmente eficiente no seguinte contexto: as melhorias dos chatbots podem ser aplicadas tanto no produto final, que os clientes veem em funcionamento, quanto nas funcionalidades de T&D.

Quando há a necessidade de um ser humano intervir na conversa, é importante manter tudo na mesma plataforma da inteligência artificial na interação com os consumidores. Isso também vai colaborar para o desenvolvimento de machine learning do chatbot. Pois é… A tecnologia é maravilhosa, mesmo!

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