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O Novo Blended Learning: colaborativo, mesmo à distância

O novo blended learning é indispensável quando o assunto em questão é a melhoria do ensino a distância, por mesclar o melhor dos meios presenciais e virtuais.

O novo Blended Learning

Mesmo nos tempos atuais, nos quais é possível acompanhar as aulas de um curso e aprender por meio de diversos dispositivos, aulas presenciais continuam sendo efetivas para o aprendizado. Isso acontece porque permite uma interação melhor entre instrutores e seus aprendizes, além da comunicação entre colegas que participam do mesmo treinamento. A proximidade faz diferença para adquirir e propagar conhecimento e facilita approaches de networking. Para que o ensino a distância também possua essa efetividade, uma renovação nesta dinâmica de aprendizagem é necessária.

Para atingir um nível de eficácia equiparado ao de um treinamento presencial, é preciso entender que o modelo tradicional de e-learning está defasado e não permite oferecer um treinamento sólido. Com isso, novas formas de ensino nos meios digitais surgem para preencher essa lacuna. A mais completa delas é um novo conceito de blended learning, voltado às demandas de ensino de cada aluno e imersivo a níveis multidimensionais, além de interessante e motivador.

O novo blended learning é indispensável quando o assunto em questão é a melhoria do ensino a distância, por mesclar o melhor dos meios presenciais e virtuais. A integração é maior, pois não há pressão ou perda de interesse por excesso de tempo de permanência em uma sala de aula e o ensino a distância é pensado estrategicamente para prender a atenção do aluno, mantendo o foco em suas necessidades individuais mesmo antes de apresentar o conteúdo definitivo.

Além de fatores como a integração e o engajamento, deve-se pontuar também que o novo blended learning também objetiva facilitar o benchmarking de boas práticas, com trocas de experiências formal e informalmente no decorrer do curso.

Pontos do novo blended learning na dinâmica colaborativa à distância

ROI

O maior destaque sob a ótica dos parâmetros de ROI está na eficiência. Ainda que o conteúdo seja consumido e absorvido em um tempo menor, com a evolução do blended learning, o processo se torna mais engajador por compreender o que cada aluno precisa desenvolver, além das competências habituais, foco nas individualidades, aptidões e objetivos de melhoria e aprendizagem.

Na prática, aprender mais, com qualidade, em menos tempo e sentir-se participativo ao longo do treinamento é motivador e isso se reflete no ROI.[/vc_column_text]

 

Engajamento

A “quebra” do modelo tradicional e engessado de e-learning possibilita uma interação com maior liberdade e mais alinhada aos tempos atuais. Com a personalização e a individualização dos conteúdos, com seus diferentes perfis e motivações, os conhecimentos transmitidos pelos instrutores são assimilados mais precisamente entre os profissionais. O processo de comunicação do novo blended learning também é diferente, seguindo a metodologia “many-to-many” (“de muitos para muitos”, em tradução livre) que valoriza e envolve a todos, no qual as pessoas auxiliam umas as outros, usam fóruns para tirar dúvidas e encontrar respostas e contribuem em ambientes de aprendizado mútuo – cada um no seu ritmo.

 

Rapidez

É possível ter uma exatidão maior no mapeamento de competências, verificar e avaliar reações sobre cada aspecto dos resultados, e propor medidas conforme cada situação, tudo em tempo real. Com as informações sobre os pontos a serem trabalhados, não há a necessidade de treinar tudo sobre vários tipos de assuntos relacionados ao tema do curso. O treinamento fica mais efetivo e, ao mesmo tempo, mais rápido – relação direta com o primeiro item da lista, o ROI.

 

Individualidade

Embora diversos profissionais façam parte do mesmo treinamento, não é raro que eles tenham níveis diferentes em aspectos variados, além de a motivação individual ser bem específica conforme cada perfil (busca por conhecimento, aprimoramento no dia a dia de trabalho, entender mais sobre recrutamento, criar mão de obra qualificada, entre outras razões). A evolução de cada um no novo blended learning não é problemática graças à ideia de little data. O conceito segue uma linha de raciocínio diferente do que se vê em big data (que trabalha com conexões para identificar e prever o comportamento do usuário). Na little data, o objetivo é conhecer um indivíduo em particular e compreender quais são as necessidades dele – e o porquê delas existirem.

A little data, aliada à comunicação “many-to-many”, permite que todos tenham voz e se expressem para aprender mais e melhor e as modalidades sejam mais flexíveis. Torna-se mais fácil se adaptar ao jeito de ser de cada aprendiz.

 

Transversalidade

Como foi enfatizado anteriormente, é preciso entender cada perfil, suas individualidades específicas, aptidões e pontos a melhorar. O plano de aulas vai muito além da sua função literal, meramente instrutiva. O novo blended learning abre espaço para a evolução de várias aptidões “menores” dentro de uma competência mais generalizada, o que se entende como “competências integradas”. Então, por exemplo, o mesmo treinamento de liderança atende a recrutadores, profissionais de áreas diferentes, como a comercial e a de marketing, outros treinadores etc.

 

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