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Processos De Treinamento E Desenvolvimento Corporativo

O que máquinas NÃO podem substituir nos processos de treinamento e desenvolvimento corporativo?

Apesar da evolução constante da automação no dia a dia, a intervenção humana é essencial para os processos de treinamento e desenvolvimento corporativo.

 

Um dos processos que ganha cada vez mais terreno nos tempos atuais é o de automação. O fato de haver bancos de dados cada vez mais repletos de informações, aliado às evoluções da inteligência artificial e do machine learning, faz com que essa situação seja realidade na rotina (os chatbots de atendimento nas redes sociais e os training bots são bons exemplos disso).

 

O que isso significa para os processos de treinamento e desenvolvimento corporativo?

Há quem defenda que é uma questão de tempo até as máquinas substituírem os seres humanos nos mais diversos campos, incluindo a mão de obra de trabalho, com afirmações carregadas de um entusiasmo exagerado.

Embora isso seja possível nos setores que possuem atividades mais repetitivas e mecânicas, há muitos aspectos sutis que se perderiam em uma hipotética automação generalizada, como a humanização da assimilação de perícias e as nuances que fazem a diferença no expediente e no bem-estar dos colaboradores, por exemplo. Por isso, é necessário entender quais são os recursos mais evidentes no desenvolvimento de pessoas nas empresas, principalmente quando se trata de processos de treinamento e desenvolvimento corporativo.

 

Soft skills nos processos de treinamento e desenvolvimento corporativo

As soft skills são habilidades ligadas ao comportamento, à personalidade e às interações sociais. Abrangem sutilezas que não podem ser programadas com uma riqueza de detalhes 100% precisa por meio de meros comandos, como as mentais e emocionais, além da sociabilidade em si.

 

 

Compreender a relevância das soft skills faz com que os processos de treinamento e desenvolvimento corporativo sejam mais maleáveis e dinâmicos, preparando equipes para atingirem melhores resultados no aprimoramento de suas capacidades e também no trato com os consumidores. Máquinas não são capazes de compreender eventuais oscilações, que podem fazer o ritmo do treinamento variar.

Essas competências, consideradas “não técnicas”, estabelecem diretrizes de atenção às necessidades de cada um nas trilhas de aprendizagem durante o desenvolvimento de pessoas nas empresas. Elas permitem manter o colaborador como o centro do processo de desenvolvimento, por meio de métodos que enfatizam as soft skills e o engajamento, o que pode ser amplamente visto no novo blended learning.

 

Processos de treinamento e desenvolvimento corporativo para a liderança de proximidade

Um exemplo prático e evidente de como o fator humano e as soft skills são mecanismos essenciais está na capacitação de gestores preparados para a liderança de proximidade. Para se adequarem a esse conceito, eles precisam ser líderes acessíveis, que fazem parte do dia a dia dos colaboradores de maneira presente e direta.

Nesse cenário, por mais avançada que a automação seja nos dias de hoje, não é possível utilizá-la de maneira livre. A intervenção humana é fundamental em conteúdos feitos para treinamento e desenvolvimento de pessoas nas empresas.

A presença humana é indispensável, especialmente quando se trata de conteúdos voltados a líderes que precisam desenvolver habilidades sociais e determinadas compreensões. É possível destacar no contexto a ideia de que uma parte importante dos resultados está ligada a alguns fatores, como o bem-estar dos colaboradores e a importância da confiança mútua entre a equipe e a gestão.

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